quarta-feira, 27 de abril de 2011

Canto da dualidade


    O vento e a chuva, trazem uma nova melodia, antes ouvíamos somente lágrimas. 
    O sol e a lua trazem um novo brilho, antes só enxergávamos escuridão. 
    A terra e o céu trazem uma nova ligação, antes não sentíamos nada. 
    Depois de tudo, você e eu escrevemos uma nova historia, onde somos coadjuvantes, contracenamos, nos amamos e modificamos o estado de nossa rotina vital, fazendo do furacão brisa suave que nos acalenta o ser e nos traz uma nova melodia.

terça-feira, 26 de abril de 2011

A escuridão do divino


    No escuro vejo a face de um amigo, no qual me apoio, me aconselho e me escondo.
    No escuro me sinto seguro, puro, inconcluso, imparcial e longe do descanso do medo.
    No escuro sinto quem me toca, corro constantemente sem me cansar.
    No escuro aprendo a verdade, diversifico a arte, me incluo em cultura.
    No escuro me afugento do pop, me torno pobre, enriqueço o nada.
    No escuro sei quem sou, sem quem és tu, sei quem somos.
    No escuro vejo findar-se e alumiar, trazendo sombra, luz e ar.


Face de um delírio


Carta ao desespero...

Torno-me sóbrio, com o pós retrato de um delírio ocultado pelo medo.
Sem saber amar, abortando a face do mais complexo e singelo delírio.
Encontro-me fim, transformando-me em cadáver encerrado em sua cova sem flores, pelo ocultamento do delírio sentimental. 
Já não sabe o que é amor por não saber delirar.