logo a solidão se fez presente e abriu as embalagens:
Cordas acústicas da velha viola e pratos vazios,
eles de longe fazem cochichos e montam legos,
montam quebra cabeças da infinidade.
Ondas e maremotos forçam nossa sensatez.
Força do hábito e onde existe vontade de mudar?
Nunca encontrarão uma solução...
Cadáveres e festas comemoram o fim das revoluções.
Precipitar-se no amor é colocar um pé na cova
e toda revolução torna-se antiga.
Todo amor se torna ódio, toda paz virará guerra,
mas sempre tudo será tão normal e rotineiro
