Acordei da noite encantada,
há tempos não sou mais menino,
minhas mãos estão cansadas
como o bater do velho sino.
Rodas de borracha,
estrutura de metal,
assim brincava,
nas vésperas de natal.
Mas, acordei do belo sonho,
do conto de fadas,
da noite de sono,
da noite de sono,
da guerra da espada.
Minha idade me envelhece,
a luta dos dias prolongados,
as horas de preces,
os sonhos apagados.
Foi-se o natal, todos os presentes,
as lembranças do meu caminhão,
das pessoas que hoje ausentes,
ainda movem meu coração.
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