sábado, 7 de maio de 2011

Minha Confusa Madrugada



Alta madrugada, repenso o que fiz enquanto na esquina o violão canta liberdade. 
Meus conceitos são propósitos sem definições. 
Cada minuto, segundo e milésimo me fazem repensar, mas o que fiz?
O violão da esquina já não se ouve mais, meus conceitos ainda são propósitos sem definições. 
Porque fiz não quer dizer que eu tenha me superado em errar e não quer dizer que eu tenha acertado.
Já amanhece o dia, o que fiz ainda é vago, mas insisto em repensar. 
O sol escondido entre as serras que cortam a paisagem me mostra o que fiz e o que não deixarei de fazer. 
Sonhar foi o que fiz, mas peço que alguém me acorde, porque as vezes acordar de um sonho é a chance de começar um novo.