segunda-feira, 16 de maio de 2011

Tom do Amor


Papel, Papel, conte-me seus sofrimentos,
e o que está escrito sobre seus sentimentos,
Papel, Papel, faça-me esquecer sua cor,
e mergulhar nos tons do seu amor,

Papel, Papel, fala-me de momentos amorosos
do lápis, a caneta e o esboço
da régua, dos versos e do poema
inodoros ou com perfume de alfazema

Papel, Papel, vamos fugir do padrão,
seguir as linhas do coração,
despertar velhas paixões,
e escrever lindas canções.

Papel, Papel, vamos ser você e eu,
como a terra e o céu,
serei seu e você será minha,
uma escrita sem fim em uma infinita linha

Essa poesia foi a primeira em que eu escrevi no papel antes de ser postada, modifiquei algumas coisinhas da original, mas, espero que gostem...