quinta-feira, 26 de maio de 2011

A Janela


Janela, rosto dela, sorri. 
Casa, castelo real, fugi.
Estrada longa, pequena parcela
para se achar a janela.

Belezas exteriores, encontrei.
rostos e cores, achei.
lutas de espada, enfrentei,
mas em frente a janela, não cheguei.

Corri, pernas, cavalos.
Voei, corpo e braços.
avistei, casas e bosques,
estou longe da janela, distante dos seus toques.

Com sorriso, alma, espírito,
procuro incessantemente,
o rosto que em baixo da janela.
sorri, dominando minha mente.