Penso, escrevo e faço algo.
Entre as linhas em negrito, letras como a de um alfabeto formam frases e versos.
A inspiração me canta seus acordes, que são lúcidos diante do que escrevo.
Cada frase escrita, me define, me expõe e me contradiz, hora insisto em loucura, outrora em Deus e quando sinto-me sozinho, insisto em solidão.
A natureza me canta sua melodia natural e começo a devanear sobre um futuro ou um passado que não é o meu.
Escrevendo sóbrio ou louco, minha historia ou de outrem, acabo me tornando cada vez mais humano e imortal.
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